quarta-feira, 26 de março de 2014

INSTRUÇÃO DE PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO – PPP







Formulários Solicitados pela Previdência Social - BENEFÍCIO






INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO - PPP



CAMPO

DESCRIÇÃO

INSTRUÇÃO
DE PREENCHIMENTO

 

SEÇÃO I

SEÇÃO DE DADOS ADMINISTRATIVOS

1


CNPJ do Domicílio Tributário/CEI


CNPJ relativo ao estabelecimento escolhido como domicílio tributário,
nos termos do art. 127 do CTN, no formato XXXXXXXX/XXXX-XX; ou

Matrícula
no Cadastro Específico do INSS (Matrícula CEI) relativa à obra realizada
por Contribuinte Individual ou ao estabelecimento escolhido como domicílio
tributário que não possua CNPJ, no formato XX.XXX.XXXXX/XX, ambos compostos
por caracteres numéricos.

2


NOME EMPRESARIAL


Até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos.

3


CNAE


Classificação Nacional de Atividades Econômicas da empresa, completo,
com 7 (sete) caracteres numéricos, no formato XXXXXX-X, instituído pelo
IBGE através da Resolução CONCLA nº 07, de 16/12/2002.

A tabela
de códigos CNAE-Fiscal pode ser consultada na Internet, no site www.cnae.ibge.gov.br

4


NOME DO TRABALHADOR


Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos.

5


BR/PDH


BR – Beneficiário Reabilitado; PDH – Portador de Deficiência Habilitado;
NA – Não Aplicável.


Preencher com base no art. 93, da Lei nº 8.213, de 1991, que estabelece
a obrigatoriedade do preenchimento dos cargos de empresas com 100 (cem)
ou mais empregados com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras
de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:

I - até 200 empregados.....................2%;

II - de 201 a 500...............................3%;

III - de 501 a 1.000...........................4%;

IV - de 1.001 em diante. ..................5%.

6


NIT


Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos,
no formato XXX.XXXXX.XX-X.


O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte
Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema
Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.

7


DATA DO NASCIMENTO


No formato DD/MM/AAAA.

8


SEXO (F/M)

F – Feminino; M – Masculino.

9


CTPS (Nº, Série e UF)


Número, com 7 (sete) caracteres numéricos, Série, com 5 (cinco) caracteres
numéricos e UF, com 2 (dois) caracteres alfabéticos, da Carteira de
Trabalho e Previdência Social.

10


DATA DE ADMISSÃO


No formato DD/MM/AAAA.

11


REGIME DE REVEZAMENTO


Regime de Revezamento de trabalho, para trabalhos em turnos ou escala,
especificando tempo trabalhado e tempo de descanso, com até 15 (quinze)
caracteres alfanuméricos.


Exemplo: 24 x 72 horas; 14 x 21 dias; 2 x 1 meses.

Se inexistente, preencher com NA – Não Aplicável.

12


CAT REGISTRADA


Informações sobre as Comunicações de Acidente do Trabalho registradas
pela empresa na Previdência Social, nos termos do art. 22 da Lei nº
8.213, de 1991, do art. 169 da CLT, do art. 336 do RPS, aprovado pelo
Dec. nº 3.048, de 1999, do item 7.4.8, alínea “a” da NR-07 do MTE e
dos itens 4.3.1 e 6.1.2 do Anexo 13-A da NR-15 do MTE, disciplinado
pela Portaria MPAS nº 5.051, de 1999, que aprova o Manual de Instruções
para Preenchimento da CAT.

12.1


Data do Registro


No formato DD/MM/AAAA.

12.2


Número da CAT


Com 13 (treze) caracteres numéricos, com formato XXXXXXXXXX-X/XX.


Os dois últimos caracteres correspondem a um número seqüencial relativo
ao mesmo acidente, identificado por NIT, CNPJ e data do acidente.

13


LOTAÇÃO E ATRIBUIÇÃO


Informações sobre o histórico de lotação e atribuições do trabalhador,
por período.


A alteração de qualquer um dos campos - 13.2
a 13.7 - implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação
do período, repetindo as informações que não foram alteradas.

13.1


Período


Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA.

No caso
de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá ser
preenchida.

13.2


CNPJ/CEI


Local onde efetivamente o trabalhador exerce suas atividades. Deverá
ser informado o CNPJ do estabelecimento de lotação do trabalhador ou
da empresa tomadora de serviços, no formato XXXXXXXX/XXXX-XX; ou


Matrícula CEI da obra ou do estabelecimento que não possua CNPJ, no
formato XX.XXX.XXXXX/XX, ambos compostos por caracteres numéricos.

13.3


Setor


Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa, onde o
trabalhador exerce suas atividades laborais, com até 15 (quinze) caracteres
alfanuméricos.

13.4


Cargo


Cargo do trabalhador, constante na CTPS, se empregado ou trabalhador
avulso, ou constante no Recibo de Produção e Livro de Matrícula, se
cooperado, com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos.

13.5


Função


Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa, onde o
trabalhador tenha atribuição de comando, chefia, coordenação, supervisão
ou gerência. Quando inexistente a função, preencher com NA – Não Aplicável,
com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos.

13.6


CBO


Classificação Brasileira de Ocupação vigente à época, com seis caracteres
numéricos:


1 - No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994, utilizar a
CBO completa com cinco caracteres, completando com “0”
(zero) a primeira posição;

2 - No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002, utilizar a
CBO completa com seis caracteres.

Alternativamente, pode ser utilizada a CBO, com 5 (cinco) caracteres
numéricos, conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP, publicado
por Instrução Normativa da Diretoria Colegiada do INSS:

1- No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994, utilizar a CBO
completa com cinco caracteres;

2- No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002, utilizar a família
do CBO com quatro caracteres, completando com “0”
(zero) a primeira posição.

A tabela de CBO pode ser consultada na Internet, no site www.mtecbo.gov.br.

OBS: Após a alteração da GFIP, somente será aceita a CBO completa, com
seis caracteres numéricos, conforme a nova tabela CBO relativa a 2002.

13.7


Código Ocorrência da GFIP


Código Ocorrência da GFIP para o trabalhador, com dois caracteres numéricos,
conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP, publicado por Instrução
Normativa da Diretoria Colegiada do INSS.

14


PROFISSIOGRAFIA


Informações sobre a profissiografia do trabalhador, por período.

A alteração
do campo 14.2 implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com
discriminação do período.

14.1


Período


Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA.
No caso de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá
ser preenchida.

14.2


Descrição das Atividades


Descrição das atividades, físicas ou mentais, realizadas pelo trabalhador,
por força do poder de comando a que se submete, com até 400 (quatrocentos)
caracteres alfanuméricos.


As atividades deverão ser descritas com exatidão, e de forma sucinta,
com a utilização de verbos no infinitivo impessoal.
 

SEÇÃO II


SEÇÃO DE REGISTROS AMBIENTAIS

15


EXPOSIÇÃO A FATORES DE RISCOS


Informações sobre a exposição do trabalhador a fatores de riscos ambientais,
por período, ainda que estejam neutralizados, atenuados ou exista proteção
eficaz.


Facultativamente, também poderão ser indicados os fatores de riscos
ergonômicos e mecânicos.

A alteração de qualquer um dos campos - 15.2
a 15.8 - implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação
do período, repetindo as informações que não foram alteradas.

OBS.: Após a implantação da migração dos dados do PPP em meio magnético
pela Previdência Social, as informações relativas aos fatores de riscos
ergonômicos e mecânicos passarão a ser obrigatórias.

15.1


Período


Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA.
No caso de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá
ser preenchida.

15.2


Tipo


F – Físico; Q – Químico; B – Biológico; E – Ergonômico/Psicossocial,
M – Mecânico/de Acidente, conforme classificação adotada pelo Ministério
da Saúde, em “Doenças Relacionadas ao Trabalho: Manual de Procedimentos
para os Serviços de Saúde”, de 2001.


A indicação do Tipo “E” e “M” é facultativa.

O que determina a associação de agentes é a superposição de períodos
com fatores de risco diferentes.

15.3


Fator de Risco


Descrição do fator de risco, com até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos.

Em se tratando
do Tipo “Q”, deverá ser informado o nome da substância ativa, não sendo
aceitas citações de nomes comerciais.

15.4


Intensidade / Concentração


Intensidade ou Concentração, dependendo do tipo de agente, com até 15
(quinze) caracteres alfanuméricos.


Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com
NA – Não Aplicável.

15.5


Técnica Utilizada


Técnica utilizada para apuração do item 15.4, com até 40 (quarenta)
caracteres alfanuméricos.


Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com
NA – Não Aplicável.

15.6


EPC Eficaz (S/N)


S – Sim; N – Não, considerando se houve ou não a eliminação ou a neutralização,
com base no informado nos itens 15.2 a 15.5, assegurada as condições de funcionamento do EPC ao longo
do tempo, conforme especificação técnica do fabricante e respectivo
plano de manutenção.

15.7


EPI Eficaz (S/N)


S – Sim; N – Não, considerando se houve ou não a atenuação, com base
no informado nos itens 15.2
a 15.5.

15.8


C.A. EPI


Número do Certificado de Aprovação do MTE para o Equipamento de Proteção
Individual referido no campo 154.7, com 5 (cinco) caracteres numéricos.

Caso não
seja utilizado EPI, preencher com NA – Não Aplicável.

15.9


ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DAS NR-06 E NR-09 DO MTE PELOS EPI INFORMADOS


Observação do disposto na NR-06 do MTE, assegurada a observância:

1- da hierarquia
estabelecida no item 9.3.5.4 da NR-09 do MTE (medidas de proteção coletiva,
medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho e utilização
de EPI, nesta ordem, admitindo-se a utilização de EPI somente em situações
de inviabilidade técnica, insuficiência ou interinidade à implementação
do EPC, ou ainda em caráter complementar ou emergencial);

2- das condições de funcionamento do EPI ao longo do tempo, conforme
especificação técnica do fabricante ajustada às condições de campo;

3- do prazo de validade, conforme Certificado de Aprovação do MTE;

4- da periodicidade de troca definida pelos programas ambientais, devendo
esta ser comprovada mediante recibo; e

5- dos meios de higienização.

16


RESPONSÁVEL PELOS REGISTROS AMBIENTAIS


Informações sobre os responsáveis pelos registros ambientais, por período.

16.1


Período


Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA.
No caso de trabalhador ativo sem alteração do responsável, a data de
fim do último período não deverá ser preenchida.

16.2


NIT


Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos,
no formato XXX.XXXXX.XX-X.


O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte
Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema
Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.

16.3


Registro Conselho de Classe


Número do registro profissional no Conselho de Classe, com 9 (nove)
caracteres alfanuméricos, no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX.

A parte
“-X” corresponde à D – Definitivo ou P – Provisório.

A parte “/XX” deve ser preenchida com a UF, com 2 (dois) caracteres
alfabéticos.

A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda.

16.4


Nome do Profissional Legalmente Habilitado


Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos.

 

SEÇÃO III


SEÇÃO DE RESULTADOS DE MONITORAÇÃO BIOLÓGICA

17


EXAMES MÉDICOS CLÍNICOS E COMPLEMENTARES


Informações sobre os exames médicos obrigatórios, clínicos e complementares,
realizados para o trabalhador, constantes nos Quadros I e II, da NR-07
do MTE.

17.1


Data


No formato DD/MM/AAAA.

17.2


Tipo


A – Admissional; P – Periódico; R – Retorno ao Trabalho; M – Mudança
de Função; D – Demissional.

17.3


Natureza


Natureza do exame realizado, com até 50 (cinqüenta) caracteres alfanuméricos.

No caso
dos exames relacionados no Quadro I da NR-07, do MTE, deverá ser especificada
a análise realizada, além do material biológico coletado.

17.4


Exame (R/S)


R – Referencial; S – Seqüencial.

17.5


Indicação de Resultados


Preencher Normal ou Alterado. Só deve ser preenchido Estável ou Agravamento
no caso de Alterado em exame Seqüencial. Só deve ser preenchido Ocupacional ou Não Ocupacional
no caso de Agravamento.


OBS: No caso de Natureza do Exame “Audiometria”, a alteração unilateral
poderá ser classificada como ocupacional, apesar de a maioria das alterações
ocupacionais serem constatadas bilateralmente.

18


RESPONSÁVEL PELA MONITORAÇÃO BIOLÓGICA


Informações sobre os responsáveis pela monitoração biológica, por período.

18.1


Período


Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA.
No caso de trabalhador ativo sem alteração do responsável, a data de
fim do último período não deverá ser preenchida.

18.2


NIT


Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos,
no formato XXX.XXXXX.XX-X.


O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte
Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema
Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.

18.3


Registro Conselho de Classe


Número do registro profissional no Conselho de Classe, com 9 (nove)
caracteres alfanuméricos, no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX.

A parte
“-X” corresponde à D – Definitivo ou P – Provisório.

A parte “/XX” deve ser preenchida com a UF, com 2 (dois) caracteres
alfabéticos.

A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda.

18.4


Nome do Profissional Legalmente Habilitado


Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos.

 

SEÇÃO IV


RESPONSÁVEIS PELAS INFORMAÇÕES

19


DATA DE EMISSÃO DO PPP


Data em que o PPP é impresso e assinado pelos responsáveis, no formato
DD/MM/AAAA.

20


REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA


Informações sobre o Representante Legal da empresa, com poderes específicos
outorgados por procuração.


OBS: A procuração deverá ser apresentada juntamente com o PPP ou substituída por declaração
da empresa informando que o responsável pela assinatura do PPP está autorizado a assinar o respectivo documento.

20.1


NIT


Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos,
no formato XXX.XXXXX.XX-X.


O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de contribuinte
individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema
Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.

20.2


Nome


Até 40 caracteres alfabéticos.

 

Carimbo e Assinatura

Carimbo
da Empresa e Assinatura do Representante Legal.

 
 
OBSERVAÇÕES

 
 
Devem ser incluídas neste campo, informações necessárias
à análise do PPP, bem como facilitadoras do requerimento do benefício,
como por exemplo, esclarecimento sobre alteração de razão social da
empresa, no caso de sucessora ou indicador de empresa pertencente a
grupo econômico.

OBS: É facultada a inclusão de informações complementares ou adicionais
ao PPP.




quinta-feira, 20 de março de 2014

O que é AIDS?




O que é AIDS?

É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.

Qual o agente envolvido?
A infecção se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.


Causas


Transmissão/ Contágio
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da AIDS, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

 Sabendo disso, você pode conviver com uma pessoa portadora do HIV. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus.

Quanto mais respeito e carinho você der a quem vive com HIV/AIDS, melhor será a resposta ao tratamento, porque o convívio social é muito importante para o aumento da auto-estima das pessoas e, consequentemente, faz com que elas cuidem melhor da saúde.
Assim pega
  • Sexo na vagina sem camisinha
  • Sexo oral sem camisinha
  • Sexo anal sem camisinha
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa
  • Transfusão de sangue contaminado
  • Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
  • Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados



    Assim não pega
    • Sexo desde que se use corretamente a camisinha
    • Masturbação a dois
    • Beijo no rosto ou na boca
    • Suor e lágrima
    • Picada de inseto
    • Aperto de mão ou abraço
    • Sabonete/ toalha/ lençóis
    • Talheres/ copos
    • Assento de ônibus
    • Piscina
    • Banheiro
    • Doação de sangue
    • Pelo ar
    Sintomas de AIDS

    ·         Os primeiros fenômenos observáveis são fraqueza, febre, emagrecimento, diarréia prolongada sem causa aparente. Na criança que nasce infectada, os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, diarréia e dificuldades no desenvolvimento.
    ·         Fase sintomática inicial: candidíase oral, sensação constante de cansaço, aparecimento de gânglios nas axilas, virilhas e pescoço, diarréia, febre, fraqueza orgânica, transpirações noturnas e perda de peso superior a 10%.
    ·         Infecção aguda: sintomas de infecção viral como febre, afecções dos gânglios linfáticos, faringite, dores musculares e nas articulações; ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias; feridas na área da boca, esôfago e órgãos genitais; falta de apetite; estado de prostração; dores de cabeça; sensibilidade à luz; perda de peso; náuseas e vômitos.
    Tratamento de AIDS
    A Aids não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento oferecido gratuitamente pelo Governo. Ao procurar ajuda médica, em um dos hospitais especializados em DST/Aids, o paciente terá acesso ao tratamento anti-retroviral. Os objetivos do tratamento são prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente, pela redução da carga viral e reconstituição do sistema imunológico. O atendimento é garantido pelo SUS, por meio de ampla rede de serviços.
    O Brasil distribui 15 medicamentos anti-retrovirais na rede pública de saúde. Esses medicamentos retardam o aparecimento da aids e possibilitam maior qualidade de vida ao portador do vírus. Os anti-retrovirais agem na redução da carga viral e na reconstituição do sistema imunológico.

    quarta-feira, 19 de março de 2014

    Aerodispersóides


    AERODISPERSÓIDES


    O que são aerodispersóides?

    Os aerodispersóides são partículas sólidas ou líquidas, suspensas ou dispersas no ar.
    Como estas partículas possuem tamanhos microscópicos e massa extremamente reduzida, nem mesmo a ação da gravidade é capaz de provocar sua deposição imediata, no solo ou em alguma superfície.
    Por este motivo, tais partículas ficam suspensas no ar e podem levar horas para se depositar.
    Dentro do contexto de riscos ambientais, os aerodispersóides são agentes químicos e recebem especial atenção da higiene ocupacional, pois dependendo de sua concentração e tamanho das partículas, eles representam sérios riscos à saúde dos trabalhadores. Veremos ao longo deste artigo porque isso acontece.


    Classificação dos aerodispersóides quanto à origem Dependendo de sua origem, os aerodispersóides são classificados em:

    • Névoas
    • Neblinas
    • Poeiras
    • Fumos


    A figura a seguir apresenta esta classificação:

    Observações:

    - Névoas: Particulados líquidos gerados pela ruptura mecânica de um líquido: imaginem a queda de uma cachoeira; a névoa é formada por partículas líquidas geradas pela ruptura mecânica da água ao sofrer a queda. Em um ambiente de trabalho um exemplo é a névoa de tinta (formação de spray), gerada pela pintura com uso de revolver pneumático ou ainda a névoa formada pela aplicação de agrotóxicos utilizando-se nebulizadores.

    - Poeira: Particulados sólidos formados pela quebra de um sólido, resultante de operações como escavações, serviços de lixamento, explosões, perfurações, limpeza abrasiva, etc. As poeiras podem ser vegetais ou minerais.

    - Fumos metálicos: A liberação de um fumo metálico inicia-se quando um metal é aquecido, como por exemplo, nos processos de soldagem. Este aquecimento gera um vapor que, ao entrar em contato com o ar, se condensa e forma o fumo.
    Os riscos que os fumos metálicos oferecem à saúde dependem do metal que está sendo aquecido (ou soldado) e da composição do eletrodo utilizado na solda. A maioria dos metais (e respectivos compostos) utilizados nas indústrias está associada a riscos.
    Dentre os metais de maior risco, destacam-se o chumbo, cromo, manganês e seus compostos, sendo que o fumo metálico gerado pelo aquecimento do chumbo é um dos que apresenta maior toxicidade, sendo responsável por uma doença ocupacional conhecida como saturnismo ou plumbismo.

    - Neblina: É a suspensão de partículas líquidas no ar por condensação do vapor de um líquido volátil ou que tenha sido aquecido em processo industrial. Nas indústrias, a ocorrência da neblina de um agente químico é rara.

    Tamanho das partículas

    Sabemos que uma das defesas naturais do nosso sistema respiratório é formada pelos cílios das narinas e pela mucosa da garganta (existem também outros mecanismos de imunidade que fogem do escopo deste texto).
    Entretanto, estas defesas naturais não são tão eficientes quando se trata de aerodispersóides cujas partículas são microscópicas.
    O tamanho das partículas dos aerodispersóides varia de acordo com a substância:
    - Poeiras: entre 0,5Em a 200Em (mícrons ou micrometros)
    - Fumos metálicos: entre 0,001 Em a 0,5 Em (mícrons ou micrometros) Para vocês terem uma ideia, 1 Em = 0,000001m
    O tamanho das partículas é importante porque determina o quanto o sistema respiratório é afetado. Quanto menor a partícula, mais perigo ela representa.
    O local de deposição no organismo da poeira inalada vai depender do tamanho das  partículas da poeira. Dependendo do tamanho, as partículas de poeira podem ficar retidas na garganta, na traqueia ou podem chegar até os pulmões.

    Já os fumos metálicos, devido ao tamanho microscópico de suas partículas, conseguem penetrar profundamente nos pulmões, podendo até mesmo atingir a corrente sanguínea.
    Aerodispersóides Fibrogênicos e Não Fibrogênicos São considerados aerodispersóides fibrogênicos aqueles que causam fibrose pulmonar.
    Então, por exclusão, os aerodispersóides não fibrogênicos são aqueles que não causam fibrose pulmonar.

    E o que é a fibrose pulmonar?

    A fibrose pulmonar é uma pneumoconiose, ou seja, uma doença pulmonar ocupacional causada pela inalação de algumas poeiras vegetais ou minerais.
    Uma das principais características dos nossos pulmões, e que nos permite respirar, é a elasticidade. A fibrose pulmonar provoca a perda da elasticidade do tecido pulmonar, devido à inalação continuada, ao longo de muitos anos, de poeira. Mas como isso acontece?
    Quando partículas microscópicas de algumas poeiras conseguem chegar até nosso pulmão, elas se depositam no tecido pulmonar e provocam processos inflamatórios. Nos locais onde houve o processo inflamatório, aparecerão cicatrizes e o tecido pulmonar perderá a elasticidade, fazendo com que o trabalhador, ao longo dos anos e da exposição continuada, perca a capacidade respiratória (pois os pulmões ficam cada vez “menos” elásticos, suas paredes ficam endurecidas).

     Este é o quadro de fibrose pulmonar.

    A fibrose pulmonar é gerada principalmente pela inalação de poeira de sílica (neste caso chamada de silicose), carvão mineral e asbesto (neste caso chamada de asbestose). É uma doença irreversível e incurável. Sua evolução é progressiva, provocando a incapacidade para o trabalho.
    Apesar de os aerodispersóides não fibrogênicos não causarem fibrose pulmonar, eles causam diversas outras pneumoconioses, como por exemplo, bissinose (inalação da poeira do algodão) ou ainda bagaçose (inalação do pó do bagaço da cana de açúcar – bagaço seco).


    Aerodispersóides nas NRs

    NR7 – PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional

    A NR7 determina que os trabalhadores expostos a aerodispersóidesfibrogênicos e não fibrogênicos devem ser submetidos aos seguintes exames complementares e na seguinte periodicidade:




    NR9 – PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 

    Apesar de a palavra “aerodispersóides” não aparecer na NR9, estes
    agentes estão presentes na definição de agentes químicos constantes no item 9.1.5.2:
    “Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.”


    NR15 – Operações e atividades insalubres

    A NR15 dispõe sobre os limites de tolerância de diversos aerodispersóides, como poeiras minerais, entre elas o asbesto, manganês e sílica livre cristalizada.
    Entretanto, a NR15 não determina os limites de tolerância de poeiras vegetais, como por exemplo, poeira do algodão, poeira do milho, poeira da madeira.
    Nestes casos, conforme determina o item 9.3.5.1 letra c da NR9, as avaliações de exposição ao risco devem considerar os valores constantes nas normas da ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Higyenists ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos.

    Fonte: Mara
    Dúvidas, críticas, sugestões:
    mara@pontodosconcursos.com.br !!

    sexta-feira, 14 de março de 2014

    Professor: Flávio Amorim Gomes de Araújo - Introdução - Técnico em Segurança do Trabalho








    Professor: Flávio Amorim Gomes de Araújo



    O Técnico em Segurança do Trabalho (TST) tem um campo muito amplo de atuação, não só por poder atuar nos mais diversos tipos de atividades econômicas, principalmente nas industrias de transformação, mas também por atuarem, mesmo que numa determinada atividade econômica, em todas as áreas possíveis e com os mais diferentes níveis hierárquicos.

    Nesta diversificação de atuação o TST tem uma missão muito importante, em conjunto com os demais componentes do SESMT e outros profissionais afins, que é o de antecipar e controlar os riscos originados nos ambientes de trabalho. Neste foco de atuação está a Higiene Ocupacional, ciência que cuida do ambiente de trabalho para prevenir doenças ou lesões nos trabalhadores, provenientes de atividades em ambientes de trabalho com calor, ruído, vibração, manuseio de substâncias químicas, bioaresóis, agrotóxicos, etc. É uma especialização de importância crescente, pois a conscientização de que o ambiente de trabalho não deve causar danos à saúde do trabalhador tem se imposto, infelizmente, à custa de muitas vidas. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) quase 2 em cada 3 trabalhadores no mundo inteiro estão expostos à substâncias químicas, estimando-se que 1,5 a 2 bilhões de pessoas são afetadas.

    Os trabalhadores podem encontrar no ambiente de trabalho, devido à inalação de ar impróprio, situações muito perigosas. Por exemplo, respirar ar contaminado acima da chamada concentração Imediatamente Perigosa a Vida ou à Saúde (IPVS) (por exemplo: 1.500 ppm de monóxido de carbono; 50.0 ppm de gás carbônico, 500 ppm de gás sulfídrico) produzem efeitos agudos irreversíveis à saúde, ou até morte imediata, dependendo das circunstâncias. Inalar ar com deficiência de oxigênio produz as mesmas consequências quando a concentração do O2 no ar cai abaixo de 12,5%, ao nível do mar (significa que a pressão parcial de O2 no ar é menor que 95 m de Hg), isto é, o ambiente também é considerado IPVS. Nestes casos a vítima perde a coordenação motora, tem a sua capacidade de julgamento muito reduzida e ocorrem lesões irreversíveis no coração e se não for resgatada imediatamente morrerá em alguns minutos. Mesmo resgatada, apresentará problemas de saúde pelo resto da vida, devidos as lesões cerebrais e no músculo cardíaco.

    Devido à sua abrangência podem trabalhar com Higienista Ocupacional profissionais das mais diversas áreas do conhecimento (médicos do trabalho, enfermeiras do trabalho, físicos, biólogos, psicólogos e engenheiros químicos, etc.).

    O título de Higienista Ocupacional é dado hoje num curso de pós-gradução, oferecido a profissionais de formação superior em outras ciências correlatas, principalmente aos Engenheiros de Segurança do Trabalho e Médicos do Trabalho. Há também um órgão específico no Brasil para este tipo de profissional, a Associação Brasileira de Higienista Ocupacional – ABHO e ainda destacamos a ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygyenists, órgão corresponde no EUA.

    Neste módulo do curso, você futuro Técnico em Segurança do Trabalho, poderá iniciar o aprendizado nesta ciência e visualizar o seu papel, também de fundamental importância na prevenção dos riscos ambientais.

    Fevereiro de 2008.

    Flávio Amorim Gomes Araújo

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    INTRODUÇÃO02
    ÍNDICE03
    LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS04
    CAPÍTULO I INTRODUÇÃO A HIGIENE OCUPACIONAL07
    1. CONCEITOS INICIAIS07
    2. FASES DA HIGIENE OCUPACIONAL07
    3. AGENTES AMBIENTAIS07
    4. INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE08
    5. AVALIAÇÃO AMBIENTAL09
    6. VIAS DE PENETRAÇÃO NO ORGANISMO10
    7. MEDIDAS DE CONTROLE10
    8. PROCESSOS TRABALHISTAS10
    CAPÍTULO I AGENTES FÍSICOS1
    1. RUÍDO1
    2. VIBRAÇÃO28
    3. PRESSÕES ANORMAIS31
    4. TEMPERATURAS EXTREMAS32
    4.1. CALOR32
    4.2. FRIO36
    5. RADIAÇÕES38
    5.1. RADIAÇÃO IONIZANTE38
    5.2. RADIAÇÃO NÃO-IONIZANTES40
    6. UMIDADE41
    CAPÍTULO I AGENTES QUÍMICOS42
    1. INTRODUÇÃO E GENERALIDADES42
    2. AERODISPERSÓIDES43
    3. GASES E VAPORES4
    4. ESTUDO DE ALGUNS AGENTES QUÍMICOS4
    5. CLASSIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS45
    6. LEGISLAÇÃO PERTINENTE45
    7. AVALIAÇÃO DOS AGENTES QUÍMICOS46
    CAPÍTULO IV AGENTES BIOLÓGICOS54
    1. INTRODUÇÃO54
    2. LEGISLAÇÃO PERTINENTE54
    3. AVALIAÇÃO DOS AGENTES BIOLÓGICOS54
    4. MEDIDAS DE CONTROLE54
    5. EFEITOS A SAÚDE5
    SUGESTÕES DE SITES PARA CONSULTA56

    ÍNDICE UNIDADES DE MEDIDAS MAIS UTILIZADAS E SUAS PRINCIPAIS CONVERSÕES 05 BIBLIOGRAFIA UTILIZADA 56

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    AAF – Análise de Árvore de Falhas ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygyenists AFT – Auditor Fiscal do Trabalho AIHA – American Industrial Hygiene Association AMFE – Análise de Modos de Falhas e Efeitos ARF – Análise de Risco de Função ART – Análise de Risco de Tarefa ASHRAE – Amercian Society of Heating Refrigerating and Air Conditioning Engineers ASTM – American Society dor Testing Materials BSI – British Standards Institution CANPAT – Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho CB – Corpo de Bombeiros CCOHS – Canadian Centre for Occupational Health and Safety CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear CPP – Código de Processo Penal DSST – Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho DRT – Delegacia Regional do Trabalho EPA – Environmental Protection Agency EPI – Equipamentos de Proteção Individual EUA – Estados Unidos da América FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho HSE – Health and Safety Executive IDLH – Immediate Dangerous to Life and Heath (concentração imediatamente perigosa à vida) IEC – International Electrotechnical Commission IMD – International Institute for Management Development INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INRS – Institut National de Recherche et de Sécurité INSS – Instituto Nacional do Seguro Social ISSO – International Standart Organization LTCAT – Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho MTE – Ministério do Trabalho e Emprego NHO – Norma de Higiene Ocupacional (emitida pela Fundacentro) NIOSH – National Institute for Occupational Safety and Health (EUA) NIS – Nível de Intensidade Sonora NPS – Nível de Pressão Sonora NR – Norma Regulamentadora NRR – Noise Reduction Rate (Nível de Redução do Ruído)

    NRRsf – Noise Reduction Rate – self feet OSHA – Occupational Safety and Health Administration (EUA)

    OHSAS – Occupational Health and Safety Assessment Series OIT – Organização Internacional do Trabalho OMS – Organização Mundial da Saúde PAIR – Perda Auditiva Induzida pelo Ruído PAT – Programa de Alimentação do Trabalho PIB – Produto Interno Bruto P – Perfil Profissiográfico Previdenciário SI – Sistema Internacional de Medidas SINMETRO – Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial SIT – Secretaria de Inspeção do Trabalho SSO – Segurança e Saúde Ocupacional STEL – Short Temperature Exposure Limit (limite de exposição para curta duração 15’ para 4 vezes ao dias com intervalos mínimos de 60’) SUS – Serviço Único de Saúde TLV – Threshold Limit Value TLV-C – Threshold Limit Value – Ceiling (valor teto) TWA – Time Weighted Average (média ponderada no tempo para 8h/dia)

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    UNIDADES DE COMPRIMENTO 1 km = 1000 m

    NANOMETRO (nm): um nano ("anão") metro é 1 milionésimo de milímetro. Por exemplo: para atingir a grossura de um cabelo, são necessários 100 mil deles (100nm). Com a abreviação nm o nanometro é uma unidade de medida de grandezas muito pequenas. 1 Å = 0,10 nm

    ÅNGSTROM (Å): unidade usada para medidas de comprimentos de onda de radiação eletromagnética. Um Ångstrom equivale a um centésimo milionésimo de um centímetro, ou seja, 0,00000001 centímetros. Este número tão pequeno também pode ser escrito como 1 x 10-8 centímetros, se usarmos a chamada notação científica. O Ångstrom é, realmente, uma unidade de medida bastante especial. Basta notarmos que uma folha de papel tem a espessura de, aproximadamente, 1.0.0 de Ångstrons. Temos também que 10.0 Ångstroms correspondem a 1 micron. Seu símbolo, Å, é uma homenagem ao físico sueco Ångstrom. 1 dm = 0,1 m 1 cm = 0,01 m MEDIDAS USADAS NOS EUA E INGLATERRA 1 mi (milha) = 1609,34 m = 1,61 km 1 ft (pé) = 304,8 m = 30,48 cm = 0,3 m 1 mão = 101,6 m = 10,16 cm 1 in (polegada – também é usual pol ou “) = 25,4 m = 2,54 cm 1 linha = 2,12 m MEDIDA NÁUTICA 1 milha náutica = 1,85 km = 1852 m MEDIDAS ASTRONÔMICAS 1 pc (parsec) = 30.856.778.570.831,27 km parsec (p.c.): unidade de distância frequentemente usada na Astronomia para medir distâncias a estrelas e galáxias. Ela é definida como a distância na qual um objeto celeste, como por exemplo, uma estrela, teria uma paralaxe de um segundo de arco. O parsec corresponde a 206265 unidades astronomicas e a 3,26 anos-luz. Isto significa que um parsec = 3,085678 x 1013 km = 3,08 x 1018 cm. 1 kiloparsec = 1 kpc = 1000 parsecs = 103 pc 1 megaparsec = 1 Mpc = 1 milhão de parsecs = 106 pc 1 ano-luz = 9.460.523.129.086,95 km ano-luz (a.l.): unidade de distância usada na Astronomia. Ela corresponde à distância que a luz é capaz de viajar durante um ano no vácuo. Um ano-luz equivale a 9460530000000 km (aproximadamente 9500 bilhões de quilômetros!). Usando a notação científica, escrevemos que 1 ano-luz = 9,46053 x 1012 km. Em termos de unidades astronômicas (UA) um ano-luz é igual a 63239 UA. Um ano-luz também equivale a 0,3066 parsecs. Em termos de paralaxe, um ano-luz coresponde a uma paralaxe de 3,259 segundos de arco. 1 ae ou ua (unidade astronômica) = 149597828.68 km unidade astronômica (u.a.): medida de distância usada em Astronomia. A unidade astronomica é definida como a distância média entre a Terra e o Sol. Uma unidade astronômica equivale a 149597870,691 km. Em geral consideramos que a distância aproximada entre a Terra e o Sol (ou seja, uma unidade astronômica) é igual a 150 milhões de quilômetros, aproximadamente 500 segundos-luz. Um feixe de luz leva aproximadamente 8,3 minutos para viajar uma unidade astronomica.


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    UNIDADES DE ÁREA – EUA / INGLATERRA 1 município = 93,24 km2

    Elétron-Volt (e.V.): é a energia adquirida por um elétron quando acelerado através de uma diferença de potencial de 1 volt. Unidades muito usada pelos físicos de partículas elementares: (keV): 1 keV = 103 e.V.; (MeV): 1 MeV = 106 e.V.; (GeV): 1 GeV = 109 e.V.; (TeV): 1 TeV = 1012 e.V.

    colheres de sopa = 200 colheres de chá = 4,23 xícaras

    = 1000 µl = 0,07 colheres de sopa = 0,2 colheres de chá

    UNIDADES DE TAMANHO ANGULAR GRAU (...o): o tamanho de um objeto no céu pode ser medido pelo ângulo que ele cobre quando visto da Terra. O círculo inteiro tem 360 graus. MINUTO DE ARCO (...'): um minuto de arco é 1/60 de um grau. O diametro da Lua cheia é aproximadamente 1/2 grau ou seja, 30 minutos de arco. SEGUNDO DE ARCO (..."):um segundo de arco é 1/60 de um minuto de arco ou então 1/3600 de um grau.

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    1. CONCEITOS INICIAIS

    ACIDENTE DO TRABALHO: Decreto-Lei nº 79.037, de 24/12/76 – Regulamento do Seguro de Acidentes do Trabalho. Artigo 2º - Acidente do Trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que causa a morte ou a perda, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Do ponto de vista prevencionista, entretanto, essa definição não é satisfatória, pois o acidente é definido em função de suas conseqüências sobre o homem, ou seja, as lesões perturbações ou doenças. Visando a sua prevenção, o acidente do trabalho, deve ser definido como “qualquer ocorrência que interfere no andamento normal do trabalho”, mesmo que não cause lesão.

    DOENÇA OCUPACIONAL: também pode ser chamada de doença do trabalho ou doença profissional. Equipara-se ao acidente do trabalho. É causada geralmente por um agente ambiental agressor. Suas lesões são muitas vezes de difícil percepção, por serem mediatas. Daí a importância de um PCMSO eficaz e os exames médicos periódicos. Exemplos: surdez, pneumoconioses, lombalgia.

    HIGIENE OCUPACIONAL: é a ciência que visa à antecipação (prevenção), reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos agentes ambientais presentes ou originados nos ambientes de trabalho, que podem prejudicar a saúde e o bem estar dos trabalhadores e/ou comunidade. Higiene Ocupacional é um conjunto de ciências e tecnologias que buscam a prevenção e o controle da exposição ocupacional aos riscos ambientais. Sua ação é de caráter multidisciplinar e seu objetivo básico envolve a identificação, o estudo, as avaliações e o gerenciamento dos riscos químicos, físicos e biológicos presentes nos locais de trabalho.

    2. FASES DA HIGIENE OCUPACIONAL

    ANTECIPAÇÃO: identifica os riscos que poderão ocorrer, no ambiente de trabalho, ainda na fase de projeto, instalação, ampliação, modificação ou substituição de equipamento ou processos prevendo os riscos futuros. Esta etapa é qualitativa, podendo estar associada ao tipo de trabalho executado através das técnicas modernas de análise de riscos;

    RECONHECIMENTO: preocupa-se com os riscos presentes, avaliando profundamente o processo, matérias primas, produtos intermediários e finais, condições de processo, métodos de trabalho e equipamentos. Esta etapa é qualitativa, podendo estar associada ao tipo de trablaho executado na elaboração do PPRA, mapa de riscos ambientais ou técnicas modernas de análise de riscos;

    AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO: a NR-15 está relacionada diretamente com esta etapa, que se destina a quantificar, periodicamente, os agentes agressivos identificados nas fases anteriores, utilizando, para isso, intrumentação e metodologias adequadas que possam concluir se a exposição do trabalhador encontra-se acima dos limites de tolerância estabelecidos;

    CONTROLE E MELHORIA CONTÍNUA: após a avaliação é importante que se estabeleçam procedimentos necessários para garantir que o agente não chegue a valores mais agressivos, nesta fase deve-se também procurar a melhoria do processo a fim de se identificar valores ainda menos agressivos, devendo termos em mente sempre os princípios de controle, em primeiro lugar o controle na fonte, depois o controle na trajetória, em último caso o controle no trabalhador.

    3. AGENTES AMBIENTAIS

    São os riscos presentes nos locais de trabalho, capazes de afetar a saúde do trabalhador, devido à presença de agentes físicos, químicos, biológicos, mecânicos ou ergonômicos. A Portaria nº 25 de 29/12/94 alterou o texto da NR-09 e criou o PPRA, que na sua redação define:

    AGENTES NOCIVOS: item 9.1.5 da NR-9: consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

    AGENTES FÍSICOS: item 9.1.5.1: consideram-se agentes físicos, diversas formas, de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes bem como o infra-som e ultra-som.

    AGENTES QUÍMICOS: item 9.1.5.2.: consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, na forma de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

    AGENTES BIOLÓGICOS: item 9.1.5.3.: consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.

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    4. INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

    4.1. DEFINIÇÕES

    INSALUBRE (dicionário médico): doentio, enfermo, prejudicial à saúde, nocivo; INSALUBRIDADE: inadequado a vida; PERICULOSIDADE: condição em que se coloca aquilo ou aquele que contribui ou oferece perigo perante as leis; PERIGOSO: em que há perigo, que causa ou ameaça perigo; que envolve periculosidade.

    4.2. DEFINIÇÃO LEGAL – LEI 6.514 DE 2 DE DEZEMBRO DE 1977, NO SEU CAPÍTULO V, SEÇÃO XII






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    Links importantes de interesse na área de Segurança e Saúde no Trabalho

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    quarta-feira, 12 de março de 2014

    Tipo de Protetores Auditivos com Atenuação e CA




    3M Pomp Plus é um protetor auditivo de inserção de silicone. É um dos produtos mais conhecidos e bem aceitos do mercado. Existem duas opções de cordão: polipropileno e de PVC (mais fácil de higienizar). Ambos possuem uma caixa com clipe para armazenar o produto e assim diminuir o risco de perda do protetor. 
    Atenuação: 17 dB (NRRsf) -  CA: 5745








    É o protetor auditivo que alia baixo custo, conforto e alto grau de atenuação. Esse protetor é confeccionado em copolímero e fisiologicamente inerte. Fornecido em tamanho único, conta com 3 flanges curvos que se adaptam à curvatura do canal auditivo, conferindo atenuação e conforto ao usuário. Está disponível na cor verde. Atenuação:  6 dB (NRRsf) - CA: 13027




     


    Protetor auditivo, tipo plug de três flanges de copolímero.
    Atóxicos, antialérgicos e laváveis.
    Atenuação: 11 dB (NRRsf) - C.A 14.471






    O 1426 é um abafador dielétrico e econômico que oferece conforto e segurança. Possui haste com superfície lisa que minimiza o acúmulo de sujeira; conchas e partes acopláveis que permitem sua higienização completa. Sem componentes de metal, o 1426 é ideal para situações onde os riscos elétricos estão presentes.
    Atenuação: 20 dB (NRRsf) - CA: 29176



    O 1436 é um abafador confeccionado em plástico e isento de peças metálicas, ideal também para situações onde existem riscos elétricos. Além de econômico, oferece muito conforto e segurança para o usuário. Possui hastes dobráveis com guias deslizantes que facilitam seu armazenamento e ajuste das conchas. 
    Atenuação: 18 dB (NRRsf) - CA: 28633       







    Abafador tipo concha 3M Muffler
    Possui uma boa atenuação, peças de reposição e  conforto para seus usuários. Por ser dobrável, é  fácil de guardar e minimiza a entrada de partículas no interior da concha. Seu kit de reposição conta com almofada externa e espuma interna.
     Atenuação: 21 dB (NRRsf) - CA: 14235



    O kit inclui os Abafadores Mark-V com acopladores e hastes móveis para fácil conexão nas aberturas dos Capacetes V-Gard Slot. O Kit Abafador Mark-V foi especialmente desenhado para reduzir os efeitos dos ruídos excessivos encontrados tipicamente em indústrias, aeroportos e áreas onde os ruídos excedam 85 dB. A concha do Abafador de Ruídos Mark-V é presa à haste através do assento esférico, permitindo que se posicione de modo vertical em qualquer direção, proporcionando um melhor aproveitamento do Abafador. O Kit Abafador Mark-V possui uma característica exclusiva, que permite que as conchas fiquem suspensas acima dos ouvidos quando não estão em uso. Os Abafadores também podem ser guardados dentro do próprio Capacete, possibilitando uma cômoda e fácil armazenagem. Ele ainda pode ser utilizado em conjunto com o Protetor Facial MSA-200, através do uso do Sistema III-MSA.
    NRRsf: 15 dB - C.A 28.089